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Conheça a Estrada da Bravura

Imagine que, ou relembre-se quando, fez uma lesão mais complicada e que implicou dor intensa e prolongada no tempo e que se associou um elevado grau de dúvidas, receios, incerteza e insegurança quanto ao desenrolar e ao prognóstico, desanimo e, até mesmo, momentos de desespero. Consegue imaginar ou recordar-se?

Vivendo nesta “cidade da dor” poderá encontrar dois caminhos a percorrer. Frequentemente vemos as pessoas a virarem para a Avenida da Ansiedade e passar pelo “festival da catástrofe”. É normal. Nesta fase, a procura de respostas e ajuda intensifica-se e acumulam-se as informações acerca da situação, umas mais úteis, outras inúteis e até geradoras de mais confusão e desorientação. É aqui que a “avenida” desemboca na “esquina do desespero”, onde o cortisol (hormona do stress) abunda, o que leva a uma cascata de eventos fisiológicos que em nada ajudam. Esta situação leva a pessoa a um “mar sem fim de profissionais”, cada um com as suas dicas e orientações. Com facilidade a pessoa mantém-se na “vila do medo” e navega pelo “lago dos que evitam”. Evita fazer isto porque dói, evita fazer aquilo porque pode fazer mal e não faz aqueloutro porque tem medo de poder doer. Este comportamento muito frequente leva ao desuso e incapacidade, que por si mesmos agravam a condição. Se nada fizer, com o passar do tempo, entrará na “ferrovia do contentamento” e deparar-se-à com a “central das lesões recorrentes”.

 

Como sair deste ciclo vicioso que a mantém a viver nesta cidade do medo e dor?

Qual é o caminho que conduz ao bem-estar?

Sim há solução. A oportunidade de desvio está no conhecimento. É essencial entrar na “Estrada da compreensão” onde o próprio é parte essencial da resolução. É um caminho de bravura, sinuoso, mas que conduz à recuperação e bem-estar.

 

E o que precisa fazer para entrar nesta “Estrada”?

Vamos ajudá-lo ao longo deste mês. Fique atento a toda a informação que iremos colocar. Saber é poder. Conheça melhor como funciona este seu veículo, para o poder conduzir de forma mais adequada.

 

NOTA: Se a situação que está a viver é mais urgente, e não pode esperar, venha ter connosco.

 

Marco Clemente

Fisioterapeuta e osteopata

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